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01/10/2018 23:19

Gaeco E Pm realizam na região operação contra o Novo Cangaço”

Nesta quinta-feira, 27,  o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de Minas Gerais realizou uma operação de combate a roubos de caixas eletrônicos e estabelecimentos comerciais.

Os presos segundo as investigações fazem parte do “Novo Cangaço” ou “Cangaço Moderno”, ou seja, grupo fortemente armado que tem praticado assaltos em pequenas cidades, roubando bancos, lotéricas, correios, entre outros estabelecimentos, apavorando a população.


Durante a ação, foram cumpridos 12  mandados de busca e apreensão e 6 mandados de prisões
preventivas, nos municípios de Águas de Lindóia, Socorro,  Munhoz, Toledo e Sumaré

O grupo é acusado de praticar roubos no município de Senador Amaral, em Minas Gerais, no início do ano.

A operação contou com o apoio da PM de Minas Gerais e de São Paulo.

Além de cinco presos através de mandado judicial, uma pessoa foi presa com 4 armas de fogo. Apenas um dos acusados não foi detido.

Segundo nota do Gaeco de Minas Gerais, foi oferecida denúncia contra seis indivíduos pelos crimes de organização
criminosa e roubo, mediante emprego de explosivo, aos bancos Bradesco e Sicoob e cinco estabelecimentos
comerciais, entre eles: uma casa lotérica, um mercado, uma agropecuária e duas drogarias ocorridos no município de Senador Amaral, na madrugada de 1º de fevereiro do ano passado.


Os crimes foram praticados por cerca de 15 pessoas, que portavam armamentos de grosso calibre, entre eles, pistolas, calibres .40 e 9 mm, espingarda do tipo cartucheira calibre 12, e fuzis de assalto, calibres: 308win,
7.62mm, 5.56mm e 223rem.

No dia do assalto, os  “cangaceiros modernos”, sitiaram o pequeno e pacato município de Senador Amaral e enquanto alguns ladrões praticavam o roubo, outros se posicionaram em pontos estratégicos da praça principal e também nas proximidades dos estabelecimentos roubados.

Ladrões também se posicionaram nas proximidades do quartel da Polícia Militar e nas residências de policiais da cidade. Eles chegaram inclusive a disparar tiros contra pelo menos, 10 imóveis, inclusive o quartel da PM.

A operação aconteceu dois dias depois que duas agências bancárias, uma do Itaú e outra do Banco do Brasil, foram alvos de criminosos em Extrema.

Fonte: Bragança em Pauta


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